sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Notícias do mercado

No E-clipp dessa sexta vemos que o mercado de chips de memória DRAM cresce muito em função dos dispositivos móveis, adicionalmente realçamos a força das empresas de tecnologia em relação ao câmbio desfavorável . Em Automotivo, a Kostal já está preparada para produzir e fornecer os dispositivos anti-furto, assim como a PST investe pesado na nova linha de sons automotivos. Em Consumer, o Brasil já é o 3º país no mundo em vendas de PC’s e a HP já estuda separar suas Unidades de Negócio (vendas a vista!). Em IDE ,a Caixa e o TSE apostam forte na Biometria. Em INDL, a ABINEE faz proposta com enfoque especial em Semicondutores. Finalmente em Telecom , mais de R$10Bi devem ser investidos ainda esse ano para melhorar os serviços.

Boa leitura e excelente final de semana

GERAL

Mercado de chip de memória DRAM para dispositivos móveis cresce 150%

A forte demanda por smartphones e tablets está impulsionando o mercado de chip de memória DRAM para dispositivos móveis. Nos primeiros três meses deste ano, a indústria do setor movimentou US$ 2,07 bilhões, cifra 150% superior, ou mais do que o dobro, da registrada no mesmo período de 2010, segundo a IHS iSuppli. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, quando o setor atingiu US$ 1,88 bilhão, o resultado do período compreendido entre janeiro e março representou uma expansão de 10%.

O analista da IHS iSuppli, Ryan Chien, enfatiza que, como os dispositivos móveis consumirão cada vez mais memória para executar uma ampla gama de tarefas, as vendas de memórias de DRAM terão um crescimento excepcional.

De acordo com a consultoria, a Samsung liderou o mercado no primeiro trimestre, respondendo por US$ 1,13 bilhão do total. Em segundo lugar ficou a japonesa Elpida, com receita de US$ 434 milhões, seguida pela Hynix, cuja receita foi de US$ 191 milhões. Por fim, com vendas de US$ 84 milhões, a Micron Technology ficou na quarta colocação.

TI Inside 19/08/2011

Indústria de alta tecnologia mostra maior resistência ao câmbio

Fabricantes de computadores, TVs, eletrônicos, equipamentos médico-hospitalares e aviões estão resistindo mais - e melhor - à má fase que atinge a indústria brasileira. Análise publicada no site do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) sustenta que o crescimento da indústria no primeiro semestre é proporcional à intensidade tecnológica – quanto maior o investimento, melhor o desempenho.

Enquanto a produção da indústria em geral cresceu 1,7%, os segmentos de maior investimento tecnológico aumentaram em 6,6% sua produção. Os de nível médio cresceram 2,5% e, por fim, os de média-baixa tecnologia evoluíram apenas 2,3%.

De acordo com o Iedi, os setores de alta tecnologia se beneficiaram da valorização do real frente ao dólar, reduzindo o custo da produção pela substituição de bens intermediários produzidos localmente por componentes trazidos de fora. Com isso, houve o barateamento dos custos de produção, aumento da competitividade e preservação da participação no mercado, compensando a concorrência com produtos totalmente importados.
O Iedi sublinha que a atual conjuntura brasileira não é de crise, mas de uma desaceleração da economia, em particular da indústria, para conter a inflação. Nesse contexto, o governo adotou a estratégia de desaceleração da economia, que vinha de um patamar de crescimento muito alto – o PIB fechou o ano passado com alta de 7,5%, em contraste com a expectativa de 4% neste ano. O instituto avalia como positiva a tentativa de amenizar este quadro por meio da redução tributária anunciada na última semana, com o Plano Brasil Maior.

TI Inside 19/08/2011

AUTOMOTIVO

Kostal Brasil está preparada para produzir um milhão de unidades de dispositivos antifurto homologados por ano


 
 
 
 
 
 
 
 
 

Antes mesmo entrar em vigor a Resolução 245/2007 do CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito, que determina que todos os veículos novos, saídos de fábrica, produzidos no país somente poderão ser comercializados quando equipado com dispositivo antifurto; a Kostal Brasil já oferece às montadoras equipamentos de alta tecnologia que podem ser homologados.

Todo desenvolvimento foi elaborado por engenheiros e técnicos da filial brasileira e teve o reconhecimento da sua qualidade pelas maiores montadoras do mundo. Além dos investimentos em pessoal e tecnologia, para oferecer ao mercado um dispositivo com recursos superiores aos dos concorrentes, a subsidiária brasileira também fez investimentos na linha de produção da planta de São Bernardo do Campo (SP).

“Investimos na aquisição de uma linha de montagem SMD, que nos possibilita uma alta produtividade na fabricação dos dispositivos”, comenta Wayne Alves, Diretor de Engenharia da Kostal Brasil.

Segundo Alves, a subsidiária brasileira está capacitada para produzir acima de um milhão de unidades dos dispositivos antifurto por ano.
A filial brasileira foi a primeira empresa do grupo a desenvolver essa aplicação para homologados, e o produto passou a ser referência para as outras 30 plantas da Kostal no mundo.

Kostal- Com 99 anos de tradição, a Kostal é uma multinacional alemã, consagrada na indústria de componentes elétricos (eletrônicos eletromecânicos e mecatrônicos). Atualmente possui 31 unidades em 17 países de quatro continentes. No Brasil desde 1978, possui duas unidades no estado de São Paulo: São Bernardo do Campo e Cravinhos que empregam juntas cerca de 1,5 mil funcionários, ainda no segundo semestre de 2011 inaugurará sua terceira fábrica no país, em Manaus (AM). [www.slockkostal.com.br].
 
Revista Fator 18/08/2011

Novos aparelhos de som automotivo da Pósitron unem qualidade e design diferenciado a preço competitivo

A companhia lança sua linha de som automotivo 2012 equipada com tecnologias focadas em entretenimento e comodidade para os usuários

A Pósitron, líder em segurança automotiva e referência em serviços de rastreamento, telemetria e produtos de som e imagem, expande sua atuação no mercado nacional com a nova linha de som automotivo 2012. São oito modelos com diferentes funcionalidades para atender diversos perfis de consumidores, sendo cinco DVD Players, dois CD Players e um MP3.
Além dessas novidades, a empresa apresenta o complemento da linha 2011. O portfólio agora conta com três modelos de centrais multimídia, um som automotivo mais completo em termos de interação com o usuário e recursos disponíveis.

“A empresa realiza investimentos constantes em pesquisas e no desenvolvimento de produtos, sempre buscando novas soluções em tecnologia e design. A linha de som automotivo 2012 chega para surpreender e conquistar cada vez mais a preferência do mercado. Esses lançamentos foram projetados para oferecer comodidade e entretenimento no interior do veículo, com tecnologias que permitem a personalização do ambiente em todos os momentos, seja em uma viagem ou no trânsito das grandes cidades”, conta Fernando Silva, gerente de Produtos da Pósitron.
Para o desenvolvimento desses produtos, a Pósitron realizou uma pesquisa a fim de identificar quais são as características mais procuradas pelos consumidores em equipamentos de som automotivo, imagem e tecnologia. O estudo revelou que existem três tipos de compradores desses equipamentos: o funcional, o entusiasta e o tecnológico.

O consumidor funcional busca custo-benefício ao escolher o som automotivo e prefere empresas brasileiras para ter garantia de fábrica. Para o entusiasta, a potência do som é um fator decisivo no momento da compra. Já o tecnológico procura por funções diferenciadas e tecnologias que promovam mais conforto dentro do veículo.

As novidades da Pósitron estão equipadas com funcionalidades distintas que vão desde entrada auxiliar frontal; recurso que permite uma maior conectividade com outros equipamentos de áudio, como celular, MP3 e MP4 Player; conexão USB para facilitar a utilização do pen drive, dispositivo cada vez mais popular; e leitor de cartão SD com capacidade de até 32 GB, o que representa cerca de oito mil músicas ou até 32 filmes.
A linha apresenta ainda a comodidade da navegação GPS, sintonizador de TV Digital integrado para proporcionar mais entretenimento ao condutor e aos passageiros; tecnologia Bluetooth, na qual os modelos passam a dispor de dois importantes recursos: o viva-voz utilizado para atender e realizar chamadas no celular com segurança e o Áudio Streaming, função que permite a sincronização com o som automotivo para a reprodução de músicas armazenadas no aparelho móvel, sem a necessidade de fios.

Portal segs 19/08/2011

CONSUMER

Brasil se torna 3º maior em vendas de PCs no 2º trimestre

O volume de PCs vendidos no Brasil alcançou 3,86 milhões de unidades no segundo trimestre deste ano, um recorde histórico, e 12,5% superior ante o mesmo período de 2010. Com o resultado, o Brasil superou o Japão no trimestre e se tornou o terceiro maior país em vendas de PCs, ficando atrás somente de Estados Unidos e China. O número representa o segundo recorde consecutivo, já que o anterior havia sido atingido nos primeiros três meses do ano.

O desempenho foi impulsionado preponderantemente pela expansão da comercialização de notebooks, que saltaram 26,7% e ficaram em 1,987 milhão, representando 51,5% do total. Já na comparação com o primeiro trimestre deste ano, as vendas de notebooks tiveram alta de 10,5%. As vendas de desktops, por outro lado, registraram apenas um ligeiro aumento de 0,5% ante o segundo trimestre do ano passado e totalizaram 1,872 milhão no período de abril a junho deste ano.

“A venda de notebooks está crescendo a um ritmo bastante acelerado. Os preços estão agressivos e assim devem permanecer, principalmente pelo fato de que o valor do dólar não deve subir. A tendência é que a representatividade de notebooks sobre o total vendido aumente, podendo ultrapassar a marca de 54% no fim do ano”, avalia Martim Juacida, analista de mercado da IDC Brasil.

O analista menciona ainda que a renovação do parque de PCs realizada pelo mercado corporativo também é um fator positivo para o mercado brasileiro de PCs, assim como a continuação da forte demanda do segmento de consumo. Entre abril e junho, as vendas de PCS para as empresas responderam por 28,5% do total, enquanto que para o setor de consumo representou 69,5% e o para a área de governo e educação, 4,7%.
Para este ano, a expectativa inicial da IDC apontava para cerca de 16 milhões de unidades vendidas, mas, segundo Juacida, este número deve ser superado face ao crescimento acelerado da demanda. Em relação à comercialização de tablets, que não são incluídos no segmento de PCs, a expectativa da consultoria é que chegue a mais de 400 mil unidades neste ano, expansão projetada de quatro vezes em relação aos 100 mil de 2010.

Telesíntese 18/08/2011

HP estuda separar unidade de PCs, smartphones e tablets

A companhia americana HP, maior fabricante de computadores pessoais do mundo, afirmou nesta quinta-feira (18) que seu conselho autorizou a “exploração de alternativas estratégicas” para sua divisão de Personal Systems, que inclui smartphones, tablets, o sistema operacional WebOS e PCs. O anúncio foi feito em comunicado sobre os resultados trimestrais da companhia, que antecipou a divulgação e informou também a descontinuação de operações em aparelhos WebOS, como o tablet TouchPad e smartphones.

A HP disse ainda que negocia a aquisição pela fabricante de softwares inglesa Autonomy, iniciativa que faz parte da nova estratégia da companhia de focar em software e serviços de TI, incluindo computação em nuvem. Segundo a Reuters, que publicou a notícia pela manhã, citando fontes, a oferta seria de US$ 10,3 bilhões.

Também de acordo com a agência de notícias, embora a unidade de Personal Systems da HP gere cerca de US$ 41 bilhões anuais em receita, ela responde por apenas 13% do lucro, o que poderia explicar a decisão da empresa de reavaliar o negócio. As opções incluem a separação da divisão até uma possível venda, segundo a Reuters. Já sobre a descontinuação de aparelhos, a HP afirmou que o negócio não atingiu metas previstas, mas que continuará explorando opções para otimizar o software WebOS.

A empresa registrou alta na receita de seu terceiro trimestre fiscal, que subiu de US$ 30,7 para 31,2 bilhões ante o mesmo período de 2010. Já para o ano, a HP reduziu suas expectativas para a receita, de entre US$ 129 e 130 bilhões para entre US$ 127,2 e 127,6 bilhões.

IPESI Digital 18/08/2011

IDENTIFICATION

TSE e Caixa fazem parceria para acelerar uso de informações biométricas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinará acordo de cooperação técnica nesta quinta-feira, 18, com a Caixa Econômica Federal para acelerar a coleta de impressões digitais dos eleitores, e assim viabilizar a identificação biométrica na hora do voto. O presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, receberá o presidente da Caixa, Jorge Hereda, pela manhã, quando fecharão o acordo que vai permitir o uso conjunto dos dados biográficos e biométricos coletados até agora, isoladamente, pela Justiça Eleitoral e pela instituição financeira.

Segundo o TSE, o recadastramento do eleitorado para identificação biométrica já está em curso. Paralelamente, a Caixa também adota procedimento semelhante para a liberação de pagamentos do Programa Bolsa Família, do governo federal. Os dois cadastros serão compartilhados para agilizar o processo de identificação biométrica e biográfica do cidadão brasileiro, mas os dados serão mantidos em absoluto sigilo.

O uso de urnas biométricas, que coletam impressões digitais, começou em 2007 com 42 mil eleitores, sendo ampliado para 1,1 milhão nas eleições do ano passado. A meta do TSE é recadastrar 10 milhões de eleitores até a votação de 2012 e concluir o recadastramento para as eleições de 2018.

O recadastramento também será o primeiro passo para o Registro de Identidade Civil (RIC) - documento único que substituirá a carteira de identidade, o CPF e o título de eleitor, entre outros – a ser emitido, em futuro próximo, pelo Ministério da Justiça. As informações são da Agência Brasil.
Card Monitor 17/08/2011

INDUSTRIAL

Proposta da Abinee para componentes inclui política única para o setor eletroeletrônico

A Abinee entregou ao governo um documento com propostas para o desenvolvimento da indústria de componentes no país, com destaque para semicondutores. Entre as sugestões, está a criação de uma política que contemple toda a cadeia eletroeletrônica, que está sendo chamada de Pace (Programa de Adensamento da Cadeia Eletrônica); e a instalação em um condomínio, no entorno da empresa de manufatura, de todas as indústrias envolvidas com o processo de componentes. O documento, elaborado pela LCA Consultores, visa consolidar a indústria deste segmento no Brasil. Além de propostas específicas relacionadas à políticas estruturantes, a entidade sugere aperfeiçoamento na Lei de Informática, com a substituição do PPB (Processo Produtivo Básico) pelo PPA (Processo Produtivo Avançado); medidas para ampliar as exportações e linhas de financiamento específicas para os fabricantes de componentes.

A sugestão é que os incentivos do Padis (Programa de Desenvolvimento da Indústria de Software) sejam estendidos para todo o setor. O Padis seria substituído pelo Pace, que incorporaria novos incentivos. Entre eles, redução para 1% da contrapartida de investimento do faturamento em P&D (hoje a média é de 3%); e ampliação das isenções fiscais de componentes contemplados no Padis. Neste caso, a entidade reivindica que a redução do IR, inclusive da Contribuição Social sobre Lucro Líquido, seja de 100% para empresas exportadoras, e de 75% para as que atendam exclusivamente o mercado local. A lista de isenções inclui ainda a desoneração do ICMS; redução a zero do Imposto de Importação sobre máquinas, equipamentos e insumos usados na fabricação de componentes. Outro pedido é que seja revista a revisão a restrição que impede a concessão de benefícios para empresas que tenham outros produtos em sua linha, que não seja semicondutor.

Em relação a Lei de Informática, além da ampliação das políticas de incentivo com a substituição do PPB pelo PPA, o documento propõe que o investimento realizado em ativo fixo também seja considerado nas contrapartidas, permitindo compensação para percentual de P&D; pede a alteração no ano de referência de cumprimento do investimento em P&D com relação ao ano de faturamento; e a criação de mecanismo de aprovação automática, após cinco ano, por decurso de prazo, na análise dos relatórios de P&D. O documento também reitera reivindicações antigas do setor como a diminuição do prazo para inserção de novos produtos no PPB e reivindica a criação de um mecanismo para compensações diferenciadas de percentual de P&D ao longo da cadeia (caso um elo invista mais em P&D).

Telesíntese 17/08/2011

TELECOM

Celulares vão investir R$ 10 bi este ano para ampliar cobertura

A informação foi passada pelo diretor-executivo do SindiTelebrasil (Sindicato das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal), Eduardo Levy, durante audiência pública, realizada nesta quarta-feira (17), na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, que debateu a qualidade do serviço celular no país. Levy adiantou que as operadoras ampliarão a cobertura 3G dos atuais 1.594 municípios para 2.832 até o final do ano. Mas reconheceu que é pouco. “As metas impostas pela Anatel estão aquém do que exige a sociedade”, disse.

O gerente-geral de Comunicações Pessoais Terrestres da Anatel, Bruno Ramos, admitiu que os serviços deixam a desejar, especialmente em relação à falta de informações suficientes sobre os planos contratados pelo consumidor. Ele disse que essa questão será um dos pontos da revisão do regulamento da telefonia móvel, que deve ser colocado em consulta pública ainda este ano.

Ramos acrescentou que a Anatel tem aplicado multas às operadoras em razão da má qualidade do serviço, mas essas sanções têm se mostrado ineficazes para a melhoria do atendimento ao usuário. Ele disse que a agência tem adotado outras ações regulatórias para amenizar os problemas. Uma delas é o regulamento de qualidade, que definirá o mínimo de velocidade entregue no serviço de banda larga móvel. “Esse regulamento será aprovado até 31 de outubro, como determinou a presidente da República, Dilma Rousseff”, disse.

Outras ações em curso citadas por Ramos são a entrada de novo competidor nacional em 2012, a Nextel, empresa que venceu a licitação da banda H no ano passado; a proposta do PGMC (Plano Geral de Metas de Competição), já em consulta pública na agência; e a possibilidade de realização de leilão de duas frequências, a de 2,5 GHz e a de 3,5 GHz. Ele informou que a proposta do edital da licitação de 2,5 GHz deve entrar em consulta pública em setembro.

A advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Veridiana Alimonti, disse que a telefonia móvel é campeã das reclamações nos Procons, em função, principalmente, da falta de informações sobre as ofertas. Além disso, reclama da distribuição desigual das redes.Ele acredita que a competição não resolve a questão da qualidade da banda larga móvel.

O deputado Hugo Motta (PMDB-PB), autor do requerimento que resultou na audiência pública, propôs a criação de um grupo de trabalho na CCT para acompanhar a evolução das melhorias do serviço. Já o deputado Newton Lima (PT-SP), defendeu maior investimento das operadoras em P&D no país.

Teletime News 19/08/2011

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