quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Notícias do mercado

No e-clipp dessa quarta feira, vemos que a Foxconn quer aumentar ainda mais o número de plantas no país, que já temos mais de 50 Milhões de usuários de 3G no país. Em Auto, O Brasil ocupa a 4ª posição do mercado de veículos e leves e o governo analisa a flexibilização de IPI de importados (empresas que estejam investindo em plantas no país) para o fim de Q1’2012. Em Consumer, o governo deve obrigar o Ginga apenas 2013 (será que agora vai?). Em IDE, a polêmica envolvendo a Google Wallet. Em Industrial, a Samsung estuda investir em planta de baterias na Zona Franca de Manaus e finalmente em Telecom ,os Smartphones receberão mais incentivos para o crescimento .

Boa leitura e otima semana !

GERAL


Governo de MG confirma negociação com Foxconn para nova unidade

O governo do Estado de Minas Gerais confirmou à imprensa, em comunicado oficial, que existe uma negociação com a fábrica taiwanesa Foxconn para a instalação de mais uma unidade no Brasil, que ficaria no próprio estado.

O processo de negociação está acontecendo com intermediação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A primeira fábrica da fabricante de peças para iPhone e iPad, da Apple, no Brasil, foi montada em 2011 em Jundiaí, no interior de São Paulo.

Terra Tecnologia 16/02/2012

3G atinge quase 51 milhões de terminais móveis ativos

O Brasil fechou janeiro com mais de 50,8 milhões de terminais ativos 3G (banda larga móvel), o que representa um crescimento de 23,45% em relação ao mês anterior – eram 41,1 milhões em dezembro de 2011. A diferença é resultado da adequação na forma de identificação dos terminais com capacidade 3G habilitados nas redes das operadoras.

Em termos de acessos móveis por tecnologia o GSM respondeu por cerca de 193 milhões, com participação de mercado de 78,68%, o WCDMA por aproximadamente 43,2 milhões de acessos e 17,62% de market share, e os terminais de dados por 7,57 milhões de acessos, com 3,09% de quota de mercado. Por fim, CDMA com apenas 1,5 milhão, 0,61% de representatividade.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quase 245,2 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 125,29 acessos por 100 habitantes. O número absoluto de novas habilitações (2,9 milhões) é o maior registrado em um mês de janeiro nos últimos 13 anos e representa um crescimento de 1,22% em relação a dezembro de 2012.

TI Inside 16/02/2012

AUTOMOTIVO


Brasil foi o 4º mercado mundial de veículos leves em 2011

O Brasil ficou em quarto lugar entre os maiores mercados globais de veículos leves em 2011. O País ficou na frente da Alemanha por pouco mais de 21,9 mil unidades, segundo dados da Jato Dynamics. A diferença é menor do que a registrada no ano anterior, de 218 mil carros. A liderança ficou com o mercado chinês, que cresceu 7% no ano, para mais de 14,2 milhões de licenciamentos.

Em segundo lugar no ranking estão os Estados Unidos, com recuperação de 10,3% nas vendas para 12,7 milhões de emplacamentos. O Japão ficou em terceiro, apesar da retração de 15,2% nas vendas, com 4,17 milhões de unidades. Atrás do Brasil está a Índia, mercado que somou 2,8 milhões de veículos no ano passado, com expansão de 6,1% sobre o ano anterior. A Rússia, 7º maior mercado, teve crescimento expressivo, de 38,9%, para 2,65 milhões de carros.

Marcas

A Volkswagen foi a marca mais vendida no mundo em 2011, com 5,11 milhões de unidades e avanço de 16% sobre o resultado de 2010. Já os negócios da Toyota esfriaram 7,9% ao longo do ano por conta do terremoto que atingiu o Japão em março. Foram emplacados 5,06 milhões de veículos da marca no mundo e a companhia caiu da primeira para a segunda colocação.

A terceira maior marca foi a Ford, que vendeu 4,72 milhões de carros e cresceu 9,3%. Em seguida está a Chevrolet, com avanço de 13,7% e 4,08 milhões de unidades, e a Nissan, que teve expansão de 15,8% e comercializou 3,57 milhões de veículos. A Kia, 8ª colocada, foi destaque com o maior aumento porcentual nas vendas, de 22%, para 1,94 milhão de unidades.


Automotive News – 17/02/2012

Governo planeja flexibilizar IPI para carros importados a partir de março

O governo planeja flexibilizar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados de empresas que estão construindo fábricas no Brasil, disse o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Mauro Borges Lemos, em entrevista em Brasília, DF, informou a agência Bloomberg. De acordo com Lemos, o governo também pretende reduzir a alíquota ao longo dos próximos quatro anos a partir de janeiro de 2013 para veículos que atendam níveis maiores de economia e segurança e que tenham maior nível de nacionalização.

“O IPI foi usado como freio de arrumação, agora vamos flexibilizar, reduzir. É um incentivo para acelerar o investimento. Nós estamos abaixo do nível tecnológico mundial. O que a gente quer é uma modernização.”

O presidente da ABDI informou ainda que a presidente da República apoia as medidas sobre mudanças no IPI e que os detalhes de como a redução será aplicada estão em fase de estudo. “O arcabouço do regime está pronto”, disse Lemos, principal conselheiro de política industrial do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Fernando Pimentel.
Entre as empresas que podem ser beneficiadas pela iniciativa estão as chinesas JAC Motors, que tem planos de iniciar a construção de uma fábrica de US$ 600 milhões em Camaçari, BA, como parte de seu esforço para dobrar as vendas no Brasil até 2015, e a Chery, que constrói uma unidade em Jacareí, SP.

Henning Dornbusch, presidente da BMW no Brasil, disse no mês passado, que a empresa poderia construir uma fábrica no País caso o governo flexibilizasse o IPI para veículos importados. A montadora suspendeu seus planos após o anúncio da elevação do imposto em 30 pontos porcentuais para veículos com menos de 65% de conteúdo produzido localmente. A lista de beneficiados engloba ainda a Land Rover, que também manifestou a intenção de ter uma unidade produtiva brasileira. Seu presidente na América Latina e Caribe, Flávio Padovan, reuniu-se em dezembro passado com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.

A medida do governo é parte do esforço para impulsionar a competitividade de fabricantes brasileiros. As montadoras locais perderam participação no mercado doméstico à medida que a alta de 35% do real frente ao dólar desde 2008 tornava carros importados mais baratos, especialmente os chineses. As importações de veículos cresceram 30% no ano passado. No total, carros fabricados no exterior representaram 23,6% do total de licenciamentos em 2011 contra 18,8% em 2010.

Automotive News – 17/02/2012
 
CONSUMER

Governo deve deixar exigência do Ginga apenas para 2013

Ao que tudo indica, o decreto que estabelecerá o Processo Produtivo Básico (PPB) de televisores com o middleware Ginga está pronto para ser publicado e, segundo fontes do governo, deve isentar a indústria de incluir o Ginga nos equipamentos produzidos este ano. Em compensação, a partir de 2013, o percentual de televisores com Ginga deverá ser de 75% sobre toda a base, ou seja, tanto sobre televisores conectados quanto sobre televisores sem conectividade. Será possível abater dessa cota em 2013 até 15 pontos percentuais caso haja estoque de equipamentos com Ginga produzidos em 2012. Se confirmados os percentuais, já que esta semana ainda havia alguma movimentação junto às principais autoridades envolvidas, a mudança é significativa em relação ao que o governo esperava publicar em janeiro. Na época, o portal Convergência Digital informava que a ideia do governo naquele momento era exigir 30% de televisores com Ginga ainda este ano, 60% em 2013 e 90% em 2014.

A aposta do governo é que o Ginga será alavancado por uma profusão de aplicativos abertos e, sobretudo, aplicativos de governo eletrônico que serão embarcados nos televisores e devem ser produzidos com financiamento do governo. Mas as mesmas fontes reconhecem que ainda não existe muita clareza sobre a questão do canal de retorno. Ainda que seja possível um bom grau de interatividade simulada (aquela em que o usuário na verdade interage com dados armazenados na memória do dispositivo), dificilmente isso terá apelo no crescente ambiente de TVs conectadas, em que cada fornecedor tem o seu próprio middleware e ecossistema de desenvolvimento de aplicativos. Mais do que isso, com a perspectiva de televisores com sistema operacional Android, que é aberto a desenvolvedores (ainda que do lado do fabricante a Microsoft tenha entrado com diversas ações de cobrança de royalties), o governo sabe que terá que enfrentar uma disputa global no desenvolvimento de aplicativos. O cenário tende a se complicar caso surjam esse ano televisores com sistemas operacionais da Apple e Microsoft embarcados, como já apostam analistas.

Segundo integrantes do Forum TV Digital ouvidos por este noticiário, o Ginga é importante do ponto de vista das emissoras de TV para que os radiodifusores assegurem autonomia na interatividade, mas eles mesmos acreditam que o ideal seria exigir o middleware apenas em TVs conectadas, justamente por conta da crescente necessidade de um canal de retorno.

Segundo apurou este noticiário, para resolver o problema do canal de retorno, o governo chegou a cogitar colocar alguma obrigação de acesso à rede LTE das teles no edital de 2,5 GHz, mas avaliou que não haveria tempo para definir um modelo. Há ainda a expectativa de que a banda U da faixa de 2,5 GHz, que tem 15 MHz de largura e será destinada a aplicações do governo, possa um dia ser utilizada para isso. Ou que no bojo de um debate sobre o futuro da faixa de 700 MHz, em 2013, fique mais claro que alternativas poderão ser buscadas para uma interatividade plena que independa de um acesso do cidadão à Internet. Mas tudo isso está longe de uma definição.

TI Inside 15/02/2012

IDENTIFICATION

Google Wallet pode ser ameaça para todos os dispositivos

O Google Wallet – a ferramenta da Google que "substitui" um cartão de débito e crédito e funciona pela tecnologia de contato próximo NFC em dispositivos móveis – pode oferecer ameaça aos aparelhos Android e iOS, conforme informou o site The Next Web.

A notícia veio por meio do site de categorização, Zvelo, e não confirma a informação do Google de que os problemas de segurança envolvendo o Wallet afetavam somente os dispositivos com "root", também conhecido como super-usuário ou administrador, que precisa permitir, por exemplo, a instalação ou a desinstalação de um programa no sistema operacional.

Agora, o mesmo site confirma que tanto os dispositivos com root como o aparelhos "unrooted" são afetados pelos problemas de segurança. Uma delas mostra que o sistema de verificação do PIN pode ser facilmente substituído, e os dados apagados. Além disso, celulares roubados poderiam ser o crédito pré-pago acessado simplesmente ao limpar os dados do usuário inicial e reinstalar o aplicativo do Wallet.

Google garante que sistema é seguro

O gigante de buscas na Internet Google assegurou aos usuários do Google Wallet, sistema de pagamentos por celulares inteligentes, que a tecnologia para pagamento móvel é mais seguro do que o dinheiro em espécie ou os cartões de crédito.

"Os pagamentos por celulares serão mais comuns nos próximos anos, e vamos aprender muito mais à medida que continuemos a desenvolver o Google Wallet", disse o vice-presidente de pagamentos do Google, Osama Bedier, em um blog. "Enquanto isso, podem estar certos de que a carteira eletrônica os protege de uma forma que o plástico e o couro simplesmente não conseguem", acrescentou.

ELAP Cardnews 16/02/2012

INDUSTRIAL

Samsung SDI deve produzir baterias na Zona Franca de Manaus

O presidente mundial da Samsung SDI, Sangjin Park, participou na terça-feira, dia 14 de fevereiro, de uma reunião com a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) para a instalação do aparato estrutural para a produção de baterias compactas íons de lítio para celulares e notebooks.

Segundo a Superintendência, Park recebeu o convite de diversos países para instalar a planta industrial, mas considerou o Brasil um mercado potencial para produtos que se beneficiarão das baterias de íon de lítio.

O acordo ainda está em fase de negociação e de ajustamento do projeto da companhia coreana às exigências da Zona Franca. Park ainda informou que, em breve, técnicos da Coreia do Sul devem vir ao Brasil para analisar a área e o projeto de instalação da Samsung, que é a maior fabricante mundial de energia limpa através de baterias recarregáveis.

Terra Tecnologia 16/02/2012

TELECOM

Smartphones podem ter isenção fiscal para baixar preço dos aparelhos

Assim como os computadores pessoais e tablets, os smartphones poderão ser beneficiados com isenção fiscal pelo governo federal, que pretende incluí-los na Lei 11.196/05, também conhecida como Lei do Bem. A medida, que está sendo discutida pelo Ministério da Fazenda, prevê a redução dos preços dos telefones celulares com acesso à internet, devido à crescente demanda pelo aparelho no país.

Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o Ministério da Fazenda recebeu bem a proposta. "O problema da Fazenda é a questão fiscal. Estamos com muitos pedidos que devem ser acomodados no tamanho do ajuste fiscal. Mas acredito que não vai ter problema", avaliou.

Em discussão desde setembro do ano passado, a proposta do Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), que estabelece a desoneração de impostos para equipamentos e obras necessárias à implantação de redes de banda larga, também faz parte da demanda da área de comunicações no Ministério da Fazenda. A expectativa do ministro é que a equipe econômica decida a questão até março. Vale ressaltar que as isenções para o PNBL devem resultar em uma renúncia fiscal por parte do governo federal de R$ 6 bilhões até 2016. Com informações da Agência Brasil.

TI Inside 14/02/2012

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